França colhe tempestade

jornal@oimagem.com.br- quinta-feira - 15/01/2015 Editorial


Desde o século passado, a França vem plantando ventos para colher tempestade. O ataque à redação do jornal Chalie Hebdo na semana passada é apenas o começo de más colheitas vindouras. Como país socialista, sempre teve queda pelos comunistas russos e também optou pelos dólares yanques. Em 1920, os franceses ratificaram o Tratado de Versalhes, humilhando a Alemanha de Veimar, e assim colheu a fúria do nazismo liderado por Adolf Hitler. 
Em 1945 foi criado a Organização das Nações Unidas (ONU) para garantir a paz mundial e os franceses optaram pela indústria armamentista e, juntamente com os russos, armaram as ideologias antagônicas no mundo todo, inclusive para os guerrilheiros do Brasil, além de conceder asilo político num tempo não muito distante. Salvo melhor juízo, sem o armamento do Ocidente, os terroristas da África e do Oriente não existem.
Já no Brasil, a exemplo de seus congêneres mundo afora, se vê o terrorismo islâmico como uma espécie de aliado. Não tem a coragem de pronunciar isso claramente porque, aliada à sua burrice, há a covardia. De fato, os muçulmanos não são o problema. O problema do Ocidente é gente que se oferece para ser o colaboracionista dos tempos modernos; que se oferece para ser um braço do fascismo islâmico no Ocidente.
Tudo somado, a diferença entre a companheirada e os matadores de cartunistas é que os celebrantes de missa negra não aceitam serem recompensados depois da chegada ao paraíso com a posse de uma das 11 mil virgens. Os devotos do “mal feito” preferem receber o pagamento neste mundo e o quanto antes. De preferência, em dinheiro vivo.

 



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