Casan e município firmam convênio para saneamento básico

- quinta-feira - 28/05/2015 São Miguel do Oeste

Com o recurso recebido de R$ 250 mil, o município irá lançar o edital para contratação de empresa especializada que será responsável pela realização do estudo e pela entrega do projeto

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São Miguel do Oeste

 

O governo do Estado, por meio da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), repassou R$ 250 mil ao município de São Miguel do Oeste para a elaboração do projeto do Sistema de Esgoto Sanitário (SES) da cidade. O convênio que garante o repasse do recurso foi firmado quarta-feira, 20, pelo presidente da Casan, Valter José Gallina, o prefeito João Carlos Valar e o secretário Regional de São Miguel do Oeste, Wilson Trevisan. O ato foi realizado na prefeitura.

Para o prefeito João Carlos Valar, a ação representa uma gestão que pensa no futuro. “Irá refletir na saúde da população. Sabemos que o primeiro passo é elaborar o projeto e temos muito trabalho pela frente”, diz. Com o recurso recebido, o município irá lançar o edital para contratação de empresa especializada que será responsável pela realização do estudo e pela entrega do projeto.

Valter José Gallina frisou que Santa Catarina ocupa a 17ª posição no ranking nacional de saneamento básico. “Éramos o 27º Estado e já avançamos bastante na área. “Chegou a vez de São Miguel do Oeste. Estamos auxiliando o município na elaboração do projeto, pois queremos que ele tenha um saneamento de qualidade o que significa um investimento em saúde. Nossa intenção é colocar Santa Catarina em 3º lugar no ranking”, explicou.

O presidente da Casan destacou que o município terá outros importantes investimentos previstos pela Companhia, como a implantação da adutora que levará água do poço profundo até a estação de tratamento. Também está sendo tratada da aquisição da área de terra onde está situada a Estação de Tratamento de Água (ETA), do Bairro São Jorge. “O município sempre foi parceiro da Casan e os problemas estão aí para serem resolvidos. A Companhia é do povo, trabalhamos para atender a população”, finaliza Gallina.

O secretário Regional, Wilson Trevisan, lembra que o projeto antigo não atende a necessidade da sociedade. “É necessário levantar a abrangência da rede de coleta e o tipo de tratamento recomendado, projetando uma ação que não agrida o meio ambiente e dentro das normas que a legislação exige”, frisa.

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