Colono e motorista

- quarta-feira - 29/07/2015 Editorial

 

No dia 25 de julho comemorou-se o Dia do Colono e do Motorista. O Dia do Colono relembra o início da imigração alemã em 1824. Fugindo da falta de terras próprias, de uma colônia de terra onde poderiam tirar o sustento, nossos antepassados trouxeram entre seus poucos pertences a Bíblia, o hinário e o Catecismo Menor de Martim Lutero, “ferramentas” que lhes ajudaram a cultivar e dar expressão à sua fé evangélico-luterana ou Católico Apostólico Romano em terras brasileiras.

Entre as perguntas do catecismo Católico, está o seguinte: “Para que estamos no mundo? Para trabalhar, sofrer e morrer”. O Dia do Colono aponta para o início daquelas que viriam  a ser as nossas comunidades, hoje grandes cidades. Muitos foram os percalços, as dificuldades no caminho da construção de uma nova pátria. A meta foi al­can­ça­da e hoje estão integrados na sociedade brasileira, não mais como roceiros e pés rachados, mas sim empresários rurais. O Brasil é a nossa pátria e podemos viver os sucessos e mazelas de toda a sociedade em harmonia com um Brasil multirracial.

Ao lado do colono, também o motorista é lembrado e homenageado no dia 25 de julho. Eles que fazem o Brasil “andar”. Andar pelos caminhos que têm muitas vezes estradas esburacadas, mal conservadas, perigosas, poeirentas, inseguras, difíceis de vencer ainda hoje. Também eles merecem o reconhecimento da sociedade.

Mas também é preciso apontar para um fato alarmante: num tempo em que aumenta a densidade do trânsito, com cada vez mais veículos de todos os tamanhos em nossas estradas, a pressa, a imperícia, a imprudência e a irresponsabilidade estão causando mais mortes do que muitas guerras ou doenças. E aqui cabe a todos nós, participantes do trânsito em nosso país, uma parada séria, uma reflexão profunda e uma mudança de atitude. “Se você não mudar, o transito não muda”. Isso vale para todos nós.

s próprias, de uma colônia de terra onde poderiam tirar o sustento, nossos antepassados trouxeram entre seus poucos pertences a Bíblia, o hinário e o Catecismo Menor de Martim Lutero, “ferramentas” que lhes ajudaram a cultivar e dar expressão à sua fé evangélico-luterana ou Católico Apostólico Romano em terras brasileiras.

Entre as perguntas do catecismo Católico, está o seguinte: “Para que estamos no mundo? Para trabalhar, sofrer e morrer”. O Dia do Colono aponta para o início daquelas que viriam  a ser as nossas comunidades, hoje grandes cidades. Muitos foram os percalços, as dificuldades no caminho da construção de uma nova pátria. A meta foi al­can­ça­da e hoje estão integrados na sociedade brasileira, não mais como roceiros e pés rachados, mas sim empresários rurais. O Brasil é a nossa pátria e podemos viver os sucessos e mazelas de toda a sociedade em harmonia com um Brasil multirracial.

Ao lado do colono, também o motorista é lembrado e homenageado no dia 25 de julho. Eles que fazem o Brasil “andar”. Andar pelos caminhos que têm muitas vezes estradas esburacadas, mal conservadas, perigosas, poeirentas, inseguras, difíceis de vencer ainda hoje. Também eles merecem o reconhecimento da sociedade.

Mas também é preciso apontar para um fato alarmante: num tempo em que aumenta a densidade do trânsito, com cada vez mais veículos de todos os tamanhos em nossas estradas, a pressa, a imperícia, a imprudência e a irresponsabilidade estão causando mais mortes do que muitas guerras ou doenças. E aqui cabe a todos nós, participantes do trânsito em nosso país, uma parada séria, uma reflexão profunda e uma mudança de atitude. “Se você não mudar, o transito não muda”. Isso vale para todos nós.

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