CPMF

Jornal Imagem - jornal@oimagem.com.br- quarta-feira - 02/09/2015 Jornal Imagem

Mais uma vez o governo esquerdista, que não cansa de arrecadar, vem para aterrorizar o contribuinte. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse que, se a Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF) não voltar, haverá “barbárie” no Sistema Único de Saúde (SUS).
A volta do imposto é terrorismo eleitoral do PT para esvaziar o bolso da população. Para os bilhões enviados para Cuba de Fidel e outras republiquetas esquerdopatas, bastaram garantias tipo tabaco e álcool e alardearem bons negócios. A bem da verdade, o dinheiro enviado para a companheirada, além fronteiras está fazendo falta, bem como aquele desviado pela era petralha.
É assustador o quanto os integrantes desse governo tiram sarro com os brasileiros todos os dias. O governo retira recursos da saúde propositalmente ao reduzir o repasse e dividir a conta com as emendas parlamentares. Agora vem com a cara mais lavada do mundo falar em imposto.
É só parar de roubar, governicho. Parar de mentir. Pegar o dinheiro do Petrolão, do mensalão e outros ‘ãos’ e ‘pixulecos’ e colocar na saúde que a situação melhora e não será preciso criar mais impostos. O governo esquerdopata passou dos limites e os brasileiros não aguentam mais. Estão forçando um colapso social.
A população está enojada, não suporta olhar no rosto de certos políticos. Se insistirem nessa tese, vão dar um tiro no pé e acelerar a saída inevitável da presidente Dilma Rousseff. A presidente é uma desastrada sem precedentes na história brasileira. O episódio da recriação da CPMF, que o governo está determinado a levar adiante, é a evidência máxima disso. É espantoso o que está em curso. Não há, acreditem, prescrição da literatura. Talvez seja preciso apelar a outros saberes. Talvez Dilma seja uma suicida política. Ou, então, o estresse da gestão a deixou alheia à realidade. Mas para a felicidade geral da Nação, o governo não tem moral para aumentar impostos.
Cadê aquele economista que disse que o imposto único, com 1% para pessoa física e 5% para as jurídicas iria triplicar a arrecadação? 

 

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