Os inúteis movimentos sociais

- quinta-feira - 15/09/2016 Boca no Trombone


Com raras exceções, os movimentos sociais no Brasil, ao longo da história, pouco contribuíram para o desenvolvimento da Nação. Causaram mais dor e sofrimento do que alegria. Porém, foram extremamente úteis para colocar no poder guerrilheiros, ladrões, apedeutas, corruptos, criminosos e esquerdopatas de toda ordem.

Os líderes viveram anos de ouro protegidos pelos “direitos humanos” e pelo foro privilegiado. Deitaram e rolaram com a foice e o martelo, obstruindo ruas, destruindo patrimônio público e privado, amestrando estudantes em todas as áreas, agrediram autoridades e policiais para figurarem nas páginas do jornalismo e sacrificaram as suas massas de manobra em prol da causa, tipo Estado Islâmico. 

 

Promoveram greves que, além de constranger o povo ordeiro e trabalhador, causaram prejuízos astronômicos ao setor privado e principalmente aos cofres públicos. Com isso, frearam o crescimento econômico, social, Produto Interno Bruto (PIB). Retardaram as pesquisas científicas, obstruíram o acesso dos jovens ao ensino de qualidade, destruíram sonhos e famílias inteiras.

Mas os tempos de ouro dos inúteis estão com os dias contados. Ministérios que legitimavam os inúteis foram extintos ou reduzidos e a polícia já não é mais tão light. As urnas certamente se encarregarão de dar o seu recado nos pleitos vindouros. Apesar de que, historicamente, o eleitor não afasta o ficha suja. Tanto é que Fernando Collor voltou pelas urnas e como lacaio dos que o destronaram.

É o extremo da cara de pau abrigar mascarados violentos em manifestações e depois escrever: “Exigimos que as forças policiais se conformem à ordem democrática”. Ora, elas já estão conformadas. Aqueles que cometem excessos devem ser punidos. E que punição merecem os vagabundos que alimentam os conflitos a serviço dos esquerdopata?

Os ditos movimentos sociais querem acertar vários coelhos com as múltiplas pauladas dos black blocs. Fazem campanha eleitoral, tentam manter vivo os partidos de esquerda, buscam mobilizar a população contra as reformas trabalhista e da Previdência na base do terrorismo e simulam um clima de insurreição contra “o golpe”, mesmo sabendo que os três tesoureiros: Paulo Ferreira, Delúbio Soares e João Vaccari Neto, da campanha do PT e da presidente destronada, foram parar na cadeia por ladroagem. Sem esquecer que os frutos da ladroagem alavancaram as candidaturas de Lula e Dilma.

Se a gente, no entanto, olhar a coisa de perto, lá estão os desocupados de sempre, querendo nos convencer de que levar um vareio de 61 a 20 em seção presidida pela Suprema Corte é golpe e que os milhões de votos depositados nas urnas as custas da Petrobras são legítimos.

 

 

O que preocupa é que tem gente que acredita em Papai Noel e, por isso, a sarna e lepra dos movimentos sociais ainda vão causar transtornos para o povo ordeiro e trabalhador. É a descriminalização dos assaltos aos cofres públicos.

 



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