A invasão de escolas

- segunda-feira - 31/10/2016 Editorial

 

O segmento mais perverso do esquerdismo criou uma nova moda no Brasil: invadir escolas. Esquerdopatas, vagabundos e marginais de toda ordem estão impedindo os alunos de estudarem. Nem os pais tem acesso à escola. Irresponsáveis, desprezados pelos defensores da moral e dos bons costumes, estão querendo uma âncora para ressuscitar no Brasil o que já morreu há muito tempo em todo mundo. Exceto em republiquetas das bananas, onde os ditadores se apoderam de tudo e de todos, inclusive das crianças. Quem manda nelas é o estado e não os pais. Os condutores de alunos, que alguns insistem chamar de professores, são meros perpetuadores de ideologias antagônicas e ultrapassadas.

Um absurdo sem paralelo está em curso em Londrina — na verdade, em todo o Estado do Paraná. Mas, nessa cidade, a coisa assumiu dimensão inalcançada. O Conselho Tutelar, um órgão criado para proteger a criança e o adolescente, se transformou num instrumento de luta política a serviço da extrema esquerda.

Seiscentas escolas estão sem aula no Estado. Em cada uma delas, grupelhos de 10, 20 pessoas ocupam a administração e impedem o exercício normal das aulas. Milhões de estudantes pobres são prejudicados. E como é que conseguem se impor à maioria silenciosa? Contam, com frequência, com o apoio de professores militantes, estes ligados à Associação dos Professores do Estado do Paraná, que é também um aparelho da esquerda. Assim, meia dúzia de tiranetes toma o prédio público, os professores de esquerda dão apoio moral e pronto! Todo mundo fica sem aula.

Os senhores membros do Conselho Tutelar atuaram como tropa de choque dos invasores e alegaram, prestem atenção “soberania da assembleia” dos invasores, que repudiavam a presença dos membros do MBL e dos pais, estes especialmente preocupados com as denúncias de que, no ambiente das invasões, há consumo de drogas e assassinos. Adolescente de 16 anos foi esfaqueado e morto numa escola ocupada em Curitiba.

Se os senhores pais de alunos não se organizarem para a defesa da escola de seus filhos, eles serão reféns para sempre de meia dúzia de comunistinhas que não precisam estudar porque a sua boa vida é garantida por partidos políticos, alimentados com dinheiro público.

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