O IBGE achou os milhões de pobres da era esquerdopata

- sábado - 23/12/2017 Boca no Trombone

IBGE constatou que em 2016, quando o PT foi despejado do poder, 52% dos brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza

Em 2008, Lula proclamou a abolição da pobreza no Brasil. O então presidente da República informou que o Bolsa Família concluíra em ritmo de Fórmula-1 a espantosa façanha que começara com o Fome Zero em alta velocidade: os pobres haviam sumido da face do Brasil.

Para que Dilma Rousseff não ficasse sem ter o que fazer no Palácio do Planalto, Lula legou à sucessora eleita em 2010 apenas alguns milhões de miseráveis. No Brasil lulopetista, como se sabe, miserável não é um pobre paupérrimo. É uma categoria à parte.

Em 2012, Dilma proclamou a abolição da miséria no Brasil, que se tornou o único país do mundo habitado por gente de classe média para cima. E Lula saiu pelo mundo cobrando 500 mil reais para ensinar, em palestras que duravam menos de 60 minutos, qual era o segredo de outro milagre brasileiro.

Na sexta-feira passada, foi divulgado um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em 2016, ano em que Dilma foi despejada do emprego por excesso de incompetência e falta de honestidade, mais de 52 milhões de brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza.

Em agosto de 2016, Michel Temer assumiu a Presidência de um país em que 1/4 da população era (é) forçada a sobreviver com menos de 5,5 dólares por dia. Ou 18,20 reais. O IBGE descobriu que os pobres e miseráveis estavam onde sempre estiveram: distantes da classe média e a alguns anos-luz do mundo dos ricos.

A Lava Jato já provou faz tempo que Lula e Dilma são dois foras da lei sem salvação. O IBGE acaba de confirmar que tanto o chefão do bando quanto o poste que fabricou são dois farsantes. Ambos mentem mais do que respiram.

Mentem tanto que já convenceram quase a metade dos cidadãos honestos de que os seus tesoureiros, ministros e lacaios presos é uma mera malvadeza do juiz Sérgio Moro. Também convenceram os apedeutas (pouco estudo) de que ser presidente não é assumir responsabilidades. Para Lula, o presidente da República, não tem nenhuma responsabilidade com os cleptocratas de seus respectivos governos, condenados e presos.

Porém, o inciso XLIII, do artigo 5º, da Constituição Federal diz que pelos delitos ali enunciados deverão responder "os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem". Com Exército, Marinha, Aeronáutica, Força Nacional, PF, MPF, entre outros, com todo este aparato, sustentado pelo contribuinte, o apedeuta não conseguiu estagnar a roubalheira.

Diante disso, salvo melhor juízo, Lula será condenado, não porque o juiz Sérgio Moro quer, e sim por que a Lei manda. Portanto, “dura lex sed lex”, ou “a lei é dura, mas é a lei”.

 

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