Últimas BOCA NO TROMBONE

  • Bolsonaro e seus desafetos

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    Quem tem CUT tem medo

    Há dois meses da eleição para escolher o próximo presidente da República, está na hora de dizer com franqueza algumas coisas possivelmente incômodas a respeito do deputado Jair Bolsonaro, o candidato mais discutido desta e talvez de qualquer outra eleição presidencial brasileira. Não há lembrança de nenhuma figura parecida com ele. Nunca alguém foi tão odiado pelos adversários como Bolsonaro. Nunca um candidato a qualquer coisa neste país encontrou tanta oposição nos meios de comunicação quanto ele. Nunca houve tanto esforço para implodir uma candidatura quanto o que está sendo feito contra a sua. Ninguém, antes dele, foi descrito com tanta indignação como uma ameaça à democracia, à população brasileira e à própria ideia de uma vida civilizada no Brasil. Mas em algum ponto, ao longo dessa caminhada, perdeu-se o contato com certas realidades que não irão embora só porque não se fala delas. Seria bom lembrar um pouco quais são. A primeira é que o deputado Bolsonaro não é uma ameaça, definitivamente, para os milhões de brasileiros que vão votar nele — ao contrário, acham que o homem é uma solução, e têm o direito de achar isso. É útil lembrar, também, que ninguém é obrigado a votar “certo”. A lei diz apenas que você pode votar em quem quiser, e não estabelece controles de qualidade para o seu voto; não é pecado votar em Bolsonaro, nem um ato de virtude votar nos outros candidatos, ou vice-versa. Enfim, é preciso ter em mente que Bolsonaro só chegará à Presidência da República se a maioria absoluta dos brasileiros decidir que o presidente deve ser ele. Eis aí, mais uma vez, a questão que jamais se cala: a democracia é uma coisa perigosa. Não serve, positivamente, para quem não está disposto a conviver com a ideia de que eleições são decididas por maiorias, e maiorias frequentemente são estúpidas. Quer dizer: podem, o tempo todo, tomar a decisão de votar justo naquele que você acha o pior candidato. Não gosta disso? Então você está com um real problema. A massa do Brasil é essa aí que existe hoje; pode ser altamente insatisfatória, mas é a única disponível. Não é sua função, além do mais, fazer o trabalho de Deus Pai; não lhe cabe separar o bem do mal. É muito simples: não é a maioria dos votos que decide o que é a verdade. Maiorias servem para eleger governantes, não para estabelecer a virtude, ou para definir quem tem razão, ou para tornar as pessoas felizes. A eleição de outubro, muito simplesmente, vai mostrar qual é o Brasil que existe na vida real — se Bolsonaro ganhar, é porque o Brasil de hoje é mais parecido com ele do que com os seus adversários. Isso não transforma os eleitores do deputado em seres humanos piores ou melhores. Quer dizer apenas, caso acabe vencendo, que são mais numerosos. A questão é o tamanho desse Brasil que vê nele o seu herói, defensor e espelho. É o que a eleição para presidente vai mostrar.

    29/08/2018 Leia...

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  • Homens de farda humilham o telejornalismo

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    Na semana passada, sexta-feira, 03 de agosto, a Globonews reuniu o que tem de melhor para sabatinar o candidato a presidência da República, o militar R-1 Jair Messias Bolsonaro. Eram nove expoentes do jornalismo da “globeleza” contra um militar comum do Exército que optou pela política. Para capitanear a sabatina, escalaram a poderosa e mais experiente jornalista Miriam Leitão, até mesmo porque, militar não tem língua e mãos de veludo, Deus não lhes deu este dom. Pelo que observei, estava claro que a ideia era humilhar o postulante à presidência. Iniciaram os questionamentos sobre a economia, assunto do qual Bolsonaro não entendia. Porém, quando disse que o Brasil deveria agregar valores ao manganês, exportando o aço e valores ao nióbio, o nervosismo dos inquisidores ficou evidente. Sobre as privatizações, Bolsonaro disse que irá preservar as estratégicas, e as que não atendem aos anseios da Nação, estão passiveis de privatização, inclusive a Petrobras. Como não lograram êxito no quesito economia, partiram para o tema “mulher”, onde Bolsonaro conta apenas com 15% da simpatia do eleitorado feminino. O dito cujo disse que a mulher terá opções entre ter na bolsa uma arma ou a Lei Maia da Penha. Não especificou que arma seria essa, suponho que poderia ser um sprey de pimenta, uma faca ou um revólver. Ou até mesmo um vidrinho de água que os padres receitavam para as mulheres colocarem na boca e não engolir até que o “macho” fique calmo. Mas garantiu que com a Lei Maria da Penha, o marginal iria rir de sua cara. Por último, o golpe derradeiro: “ditadura”. Bolsonaro disse que os generais foram eleitos assim como Tancredo Neves e José Sarney, avalizado pelo editorial da Rede Globo. Senti pena dos colegas de imprensa. Já segunda-feira, 06, o candidato a vice-presidente do Jair Bolsonaro, o velho e bom índio General Antônio Hamilton Mourão, lascou: “O País herdou a indolência do índio e a malandragem do negro”. Para delírio e indignação da imprensa, organizações que se dizem os defensores e donos dos negros, veados, índios, entre outros. Porém, nas redes sociais, onde Bolsonaro tem a maioria dos seguidores, a indignação não foi tanto assim. Lá disseram que o general falou a verdade e que o Exército é a instituição que mais incorpora profissionais negros e índios para os seus quadros. Não como Quilombolas, onde não dão a escritura das terras que garantem que são dos negros e nem deixam os índios nas reservas como se fossem bichos de estimação. Incorporam os negros e índios na instituição e são tratados como cidadãos brasileiros. Sem diferença de salários e a ascensão é por meritocracia, sem cotas. Até mesmo porque as forças armadas estão alicerçadas na hierarquia e disciplina e não pela indolência e malandragem como é costumeiro neste País.

    10/08/2018 Leia...

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  • ELEIÇÕES 2018 Lula e Bolsonaro, a guerra continua


     Grupos de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao deputado federal Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PSL, estão protagonizando uma guerra velada de outdoors em vários municípios do país. Enquanto os simpatizantes do PT pedem “Lula Livre” em cartazes gigantescos, os conservadores anunciam as principais bandeiras do capitão da reserva.
    Em Londrina, cidade paranaense a 388 quilômetros de Curitiba, os outdoors de Lula e Bolsonaro estão lado a lado duelando pela atenção dos motoristas que cruzam a Avenida Saul Elkind.

     

                                                                                                    

                                                                                                  

     

    A primeira peça publicitária a ser instalada por ali, no dia 7 de julho, foi a de Lula, preso desde abril na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Com uma foto do ex-presidente nos anos 1980, o cartaz afirma: “Em defesa da Democracia, dos Direitos e da Soberania. Lula Livre.”
    A resposta dos apoiadores de Bolsonaro veio uma semana depois, no último sábado, dia 14. “Lula Livre? Só em 2030”, diz o texto do outdoor, que tem uma imagem de Bolsonaro com os dedos indicadores apontados.
    — Nós que somos conservadores, queremos Lula na cadeia, não poderíamos deixar barato — disse um simpatizante, do PSL de Londrina. — Do lado do outdoor do Lula, havia outro vazio e não perdemos a oportunidade — acrescentou. O custo do cartaz gigante fixado em uma estrutura de madeira de nove por três metros teria sido pago por um grupo intitulado Direita Paraná.
    — Pagamos R$ 300 pelo outdoor, com dinheiro de apoiadores de Bolsonaro. Vamos fazer tantos quanto o PT fizer — afirmou o paranaense.
    Em vários estados do país, grupos de direita fazem financiamento coletivo na internet para bancar a propaganda pró-Bolsonaro. A estratégia é a mesma usada pelos militantes de esquerda. Uma vaquinha, organizada por uma defensora de Lula em Curitiba, arrecadou R$ 12,7 mil. Os partidos afirmam que não estimulam ou financiam esse tipo de marketing. 
    A batalha dos outdoors não se limita às brigas entre direita e esquerda. No sábado, em Ilha Solteira, no interior de São Paulo, uma propaganda pró-Bolsonaro foi derrubada por funcionários da prefeitura local, minutos depois de ser “inaugurada” pelo ator Alexandre Frota, pré-candidato a deputado federal pelo PSL, em São Paulo. Na área, não havia a estrutura de madeira para a exibição da publicidade. Tudo foi instalado por uma empresa local, sem autorização do município.
    Na redes sociais da família Bolsonaro, a derrubada do outdoor foi atribuída a uma perseguição política e desespero dos adversários. Ilha Solteira é governada pelo prefeito Otávio Gomes, do DEM. Segundo o secretário de governo Rodolfo Martins, a propaganda foi retirada porque foi instalada em um terreno da prefeitura.

     

    20/07/2018 Leia...

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  • O pior presidente e seus lacaios na cadeia

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    A era lulopetista feriu a democracia brasileira muito mais profundamente do que se tem em geral admitido

    Alardear que Lula foi o melhor presidente do Brasil é abusar da inteligência da raça humana. Entre as suas bandeiras estavam o “Fome Zero”, mas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a fome aumentou. O “Bolsa Família”: as primeiras famílias contempladas ainda estão no programa e nem pretendem sair dele. Ou seja, alimentou os “nem nem”: nem estudam, nem trabalham e nem pretendem fazê-lo no futuro. 
    O MST continua sem terra. Num País com mais de 11 milhões de quilômetros quadrados, não conseguiu garantir um quinhão de terra para os que tem vocação agropecuária. Os índios continuam comendo tartarugas e macacos e seus curumins estão nas sinaleiras catando moedas para o seu parco sustento. 
    A UNE: Além de invadir e depredar patrimônios públicos e privados, pouco apresentou. A infraestrutura está um caos. Estradas, aeroportos, portos, ferrovias, refinarias, hidrelétricas... Só para roubar. As famílias endividadas por muitos anos. Incentivo à compras com juros muito acima dos de mercado, os mais altos do mundo.
    A era lulopetista feriu a democracia brasileira muito mais profundamente do que se tem em geral admitido. Certos aspectos de seu triste legado estão aí bem à mostra: a corrupção sistêmica, cuja radioatividade está longe de terminar, e as insanidades econômicas do governo Dilma, que elevou para mais de doze milhões o número de desempregados.
    Um dos piores estragos, do qual não nos livraremos tão cedo, foi, porém, a linguagem da vida pública adotada. Aqui me refiro não apenas ao culto sistemático da mentira e à falsificação ideológica da história, mas também ao uso político de aberrações conceituais, essas não raro endossadas por “companheiros” que se auto-intitulam intelectuais. Desse tipo de falcatrua, o melhor exemplo é a visão de uma sociedade dividida entre “nós” (o povo, os bons, o bem) e “eles” (as “elites”, o mal, a ganância).
    Como se vê, a pedra de toque desse discurso é a noção de elite. Ora, uma elite aristocrática, fruto de uma nobreza hereditária, é evidente que o Brasil não possui. Elite, no Brasil, é o agregado constituído pelos ocupantes das posições mais altas em diferentes hierarquias: os políticos eletivos, alta burocracia civil e militar, os empresários mais importantes, o alto clero das diferentes determinações, os intelectuais e cientistas, e assim por diante. Um agrupamento abstrato, meramente estatístico.
    Assim compreendida, compondo-se de milhares de indivíduos, a elite é obviamente incapaz de conspirar, e aqui chegamos à ironia das ironias. O grande exemplo de País governado por uma elite conspiratória foi ele mesmo, o PT, que nos ofereceu. Ao se associaram umbilicalmente ao cartel das empreiteiras, Lula & Cia conspiraram o quanto puderam, com requintes de profissionalismo. Se foram finalmente pilhados, isso se explica por duas razões: 1 - O tamanho do animal que pretenderam digerir, a Petrobrás. 2 - A enorme extensão de sua prepotência e de seu sentimento de impunidade.

     

    12/04/2018 Leia...

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  • Lula e Bolsonaro medirão forças em São Miguel do Oeste neste domingo 25

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    Pelo que tudo indica, neste domingo, o 25 de março irá para a História do Extremo-Oeste de Santa Catarina. Esquerda e direita estarão frente a frente medindo forças. De um lado estará a vereadora Maria Thereza Capra representando a esquerda de Lula, o filho do Brasil, e de outro o vereador e empresário Wagner Passos, engajado com Jair Bolsonaro, o mito.

    Conforme as últimas pesquisas divulgadas a nível de país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado Jair Messias Bolsonaro estão isolados no cenário de disputa presidencial para o pleito vindouro. Lula aparece na frente, com 29,2% das intenções de voto, e Bolsonaro em segundo, com 21,1%; os dois iriam tranquilamente para o segundo turno, com um terceiro nome ainda indefinido na corrida eleitoral; outros cinco nomes que já se apresentaram como pré-candidatos oscilam entre 3,5% e 8,6%.

    Já em São Miguel do Oeste, conforme dados confiáveis obtidos por este jornalista, que, por questões óbvias, não revela a fonte, estão em vantagem nas intenções de votos: para governador o deputado Esperidião Amin e o senador Paulo Bauer e para presidência da República, Bolsonaro está na liderança.

    Quem pode ofuscar a salutar disputa entre Lula e Bolsonaro, é o TRF 4 de Porto Alegre – RS. Pelo que tudo indica, na próxima semana, o ex-presidente, enquadrado nos rigores da Lei, irá cumprir pena juntamente com seus lacaios. Frustrando milhões de brasileiros e brasileiras. Portanto, a vinda do messias é iminente.

    22/03/2018 Leia...

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  • Militância de esquerda desapontada


    A gota d’água foi a desastrosa viagem para Porto Alegre na semana passada. Os dirigentes de esquerda prometeram parar a cidade e vergar a Justiça Federal, além de encaminhar um novo mandato para o ex presidente Luiz Inácio, o Lula. Nem uma nem outra. No acampamento em uma quiçaça, a militância montou as barracas, logomarca do MST e acomodaram os menos de três mil simpatizantes que nada somaram para a absolvição de Lula.

                                                                                                         

                                                                                                     Condenado na “ditadura” e na Democracia

    Lula acabou sendo derrotado, em segunda instância, por unanimidade: 3 a 0. Sua pena foi aumentada de nove anos e meio em regime fechado para doze anos e um mês. É a pior derrota judicial da esquerda em toda sua história. A Lei da Ficha Limpa, sancionada pelo próprio Lula, é clara: nenhum condenado em segunda instância pode disputar eleições durante oito anos. O fato de os três juízes terem aumentado sua pena de modo unânime mostra que eles entenderam que a visão da sociedade brasileira sobre corrupção mudou definitivamente. A era esquerdopata está com os dias contados.

    Se eu fosse Michel Temer (PMDB), Aécio Neves (PSDB) ou algum outro corrupto menos notório, não gastaria um segundo comemorando.  Não terão foro privilegiado em 2019 caso não sejam reeleitos este ano (e tudo indica que não serão). Até agora, o STF tem protegido políticos como Aécio e Gleisi Hoffmann (PT), entre tantos outros. Paulo Maluf (PP) foi exceção.

                                                                                               

                                                                                            Contracheque que extrapola a razoabilidade

    Porém, Lula não deve estar preocupado. Se trinta dias de cadeia no período militar renderam o pomposo contracheque acima, imaginem o quanto será o de 12 anos e um mês? Ele não é o único agraciado no período. Também FHC, Dilma, Zé Dirceu, enfim, todos os que lutaram contra a “ditadura” foram contemplados. Então, senhores e senhoras militantes de esquerda, quiçá, num futuro próximo, os que lutaram contra a justiça também serão contemplados. Mas isso, repito, é a mesma coisa que um porco sonhar com uma lavoura de milho.

                                                                                                            

                                                                                                Advogados de Lula dormem em vez de defender o ilustre réu

     

     

    02/02/2018 Leia...

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  • Fake News - Notícia falsa


    Uma das preocupações para as eleições deste ano, que irá eleger presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, são as notícias falsas para enaltecer ou denegrir a imagem dos candidatos.

    Na semana passada, a vítima foi o presidenciável e deputado Jair Bolsonaro com uma série de matérias pejorativas no Jornal Folha de São Paulo. Ele divulgou um vídeo quarta-feira, dia 10, com mais de 11 minutos. Somente em sua página no Facebook, alcançou mais de 1,4 milhão de visualizações e 37 mil compartilhamentos. 

                                                                                    

    Bolsonaro dava sua versão sobre a acusação do jornal de que seu patrimônio e o dos filhos somam R$ 15 milhões – uma evolução acelerada para quem começou a vida pública com, segundo a Folha, “um Fiat Panorama, uma moto e dois lotes de pequeno valor em Resende, no interior do Rio – valendo pouco mais de R$ 10 mil em dinheiro atual”.

    “A Folha de S.Paulo é um jornal canalha. Folha, senta aqui, traga seus homens, seus contadores, advogados, jornalistas”, desafia Bolsonaro. Os repórteres do jornal aceitaram o convite. Na quinta-feira à noite, a Folha publicou em seu site a entrevista que fez com o deputado. Entre uma série de advertências, Bolsonaro disse: “Se eu chegar à Presidência, nós vamos tratar o dinheiro com zelo. Tanto é que não vai ter dinheiro para vocês da imprensa, que faz essa imprensa fake news como vocês aí. Então, a Folha fake news foi R$ 180 milhões, mais ou menos, no governo do PT. Essa grana vai para o povo”.

    Bolsonaro é o segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto para presidente na eleição deste ano, podendo alcançar a liderança nas intenções de voto, dependendo da rejeição do recurso de Lula no TRF 4. Bolsonaro, acuado por uma série de denúncias, recorre às redes sociais para reverberar a ideia de que a imprensa divulga fake news a seu respeito. 

     

                                                           GLEISI DERROTADA NA ALEMANHA E FRACASSADA EM MARINGÁ

     

    Uma notícia vinda da Alemanha, transmitida a Gleisi Hoffmann por uma fonte não identificada, fez a presidenta do PT acreditar que viveria um fim de semana. Já entusiasmada com o lançamento em Maringá do “Comitê em Defesa da Democracia, do Estado Democrático de Direito e do Direito de Lula ser Candidato”, ela soube no sábado que a torcida do Bayern de Munique, durante o jogo contra o Bayer Leverkusen, havia homenageado o ex-chefe de governo brasileiro condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

    “Show de torcida!!”, começou a mensagem no Twitter reproduzida pelo Antagonista e ilustrada por uma foto de parte da plateia. “Recebi esta imagem, que mostra uma faixa FORZA LULA”, decolou a tuiteira. Analfabeta também em futebol, nem desconfiou que enxergara um segundo L onde havia um C, encoberto pelo corpo de um espectador. Tampouco lhe ocorreu que, se estivessem apoiando Lula, os alemães se expressariam em português. Usaram Forza de vez de Força porque o alvo da homenagem era o italiano Luca Farnesi, 44 anos, gravemente ferido durante uma briga entre torcidas rivais. Confira a derrapagem:

                                                                         

    A vigarice difundida por Gleisi já era um notável sucesso de público e um retumbante fracasso de crítica quando foi apagada e trocada por uma sopa de letras que tentou transferir a culpa para a imprensa. 

    Derrotada na Alemanha, Gleisi certamente imaginou que iria à revanche no duelo programado para o mesmo sábado no interior do Paraná. Convocados pela presidenta do partido, milhares de militantes agrupados nos comitês que fundou transformariam 13 de janeiro no “dia do esquenta nacional das manifestações favoráveis ao ex-presidente Lula”. Os atos de protesto contra a provável condenação do chefão em segunda instância deveriam chegar ao clímax em Maringá, onde nasceu o juiz Sérgio Moro. Milhares de conterrâneos mostrariam publicamente que os crimes atribuídos a Lula não passam de “perseguição política”.

    Por outro lado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), está preocupado e pensa até em criminalizar as Fake News, considerando que a maioria dos eleitores não tem preocupação com a veracidade das publicações ao compartilharem as postagens.

     

     

     

     

     

    19/01/2018 Leia...

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  • O IBGE achou os milhões de pobres da era esquerdopata


    IBGE constatou que em 2016, quando o PT foi despejado do poder, 52% dos brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza

    Em 2008, Lula proclamou a abolição da pobreza no Brasil. O então presidente da República informou que o Bolsa Família concluíra em ritmo de Fórmula-1 a espantosa façanha que começara com o Fome Zero em alta velocidade: os pobres haviam sumido da face do Brasil.

    Para que Dilma Rousseff não ficasse sem ter o que fazer no Palácio do Planalto, Lula legou à sucessora eleita em 2010 apenas alguns milhões de miseráveis. No Brasil lulopetista, como se sabe, miserável não é um pobre paupérrimo. É uma categoria à parte.

    Em 2012, Dilma proclamou a abolição da miséria no Brasil, que se tornou o único país do mundo habitado por gente de classe média para cima. E Lula saiu pelo mundo cobrando 500 mil reais para ensinar, em palestras que duravam menos de 60 minutos, qual era o segredo de outro milagre brasileiro.

    Na sexta-feira passada, foi divulgado um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em 2016, ano em que Dilma foi despejada do emprego por excesso de incompetência e falta de honestidade, mais de 52 milhões de brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza.

    Em agosto de 2016, Michel Temer assumiu a Presidência de um país em que 1/4 da população era (é) forçada a sobreviver com menos de 5,5 dólares por dia. Ou 18,20 reais. O IBGE descobriu que os pobres e miseráveis estavam onde sempre estiveram: distantes da classe média e a alguns anos-luz do mundo dos ricos.

    A Lava Jato já provou faz tempo que Lula e Dilma são dois foras da lei sem salvação. O IBGE acaba de confirmar que tanto o chefão do bando quanto o poste que fabricou são dois farsantes. Ambos mentem mais do que respiram.

    Mentem tanto que já convenceram quase a metade dos cidadãos honestos de que os seus tesoureiros, ministros e lacaios presos é uma mera malvadeza do juiz Sérgio Moro. Também convenceram os apedeutas (pouco estudo) de que ser presidente não é assumir responsabilidades. Para Lula, o presidente da República, não tem nenhuma responsabilidade com os cleptocratas de seus respectivos governos, condenados e presos.

    Porém, o inciso XLIII, do artigo 5º, da Constituição Federal diz que pelos delitos ali enunciados deverão responder "os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem". Com Exército, Marinha, Aeronáutica, Força Nacional, PF, MPF, entre outros, com todo este aparato, sustentado pelo contribuinte, o apedeuta não conseguiu estagnar a roubalheira.

    Diante disso, salvo melhor juízo, Lula será condenado, não porque o juiz Sérgio Moro quer, e sim por que a Lei manda. Portanto, “dura lex sed lex”, ou “a lei é dura, mas é a lei”.

     

    23/12/2017 Leia...

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  • Rumo ao Planalto


    Muita gente sonhando com a volta do apedeuta Lula da Silva ao Palácio do Planalto. A meu ver é a mesma coisa que um porco sonhar com uma lavoura de milho. Pelo que tudo indica, a era da enganação já passou. O eleitorado está mais informado, o judiciário mais atento e, em consequência, ladrões, corruptos, ignorantes e malfeitores terão mais dificuldades no pleito vindouro, apesar de que, ao longo da História Republicana, os eleitores não tiraram as ovelhas negras do centro do poder por meio do voto.

    A tendência é a divisão do eleitorado entre extrema esquerda, com Lula, e extrema direita, com Jair Bolsonaro. Ou seja, coxinhas X pão com mortadela. Aliás, os pães com mortadela levaram um duro golpe com a reforma trabalhista. Não é mais obrigatório pagar um dia de trabalho para os sindicatos, os quais se valiam desta contribuição para custear o pão com mortadela nas mobilizações para fazer baderna.

    Já os expoentes da esquerda e direita estão visitando os seu currais eleitorais. Lula está militando na terra sem lei. A caravana do ex-presidente , entre os dias 4 e 8 de dezembro, escolheu a dedo a região onde impera o crime. Todas são grandes colégios eleitorais. O objetivo dos petistas no Rio de Janeiro é vacinar as classes populares contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que, no estado, aparece empatado com Lula em algumas pesquisas.

    Foto: Caravanas de Lula pelo Nordeste estão cada vez mais vazias

    O roteiro de viagem inclui Duque de Caxias, Belford Roxo, Nova Iguaçu e a Zona Oeste da capital. Embora não seja grande centro urbano, Maricá será visitada pelo ex-presidente. Na cidade, moram sua filha, Lurian, e sua neta, Bia, ambas militantes do PT.

    Por outro lado, Bolsonaro está direcionando a sua agenda para cidades onde é convidado. Também, Bolsonaro escalou o time de parlamentares que vai ajudá-lo a se defender das acusações de injúria e apologia ao crime atribuídas a ele pela petista Maria do Rosário (RS). Bolsonaro indicou como testemunhas de defesa o senador Magno Malta (PR-ES) e os deputados Pastor Eurico (PHS-PE), Rogério Marinho (PSDB-RN) e Sílvio Torres (PSDB-SP).

    O ministro Luiz Fux, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou intimá-los. Tudo isso para não dar R$ 10 mil para a “jiguera”, pois assim acredita que irá limitar ainda mais o pão com mortadela. Diante disso, podemos concluir que o sonho Lula está cada vez mais distante.

     

    27/11/2017 Leia...

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  • 2016 acabou


    O ano acabou com duas mudanças importantes. A primeira assombrou os corruptos de colarinho branco. Milionários que enricaram às custas do povo ordeiro e trabalhador irão passar o Natal e ano novo atrás das grades. Eles jamais imaginaram passar pelo crivo do judiciário e se hospedar em presídios, assim como, até então, os ladrões de galinhas. E a segunda mudança foi o fato da grande maioria não mais acreditar nas lorotas dos esquerdopatas. Eles endeusaram, até então, terroristas e marginais da pior espécie. Hoje o povo não acredita que apedeutas e bandidos do passado possam lograr êxito em alguma gestão.

    Porém, estamos muito distante da luz no fundo do túnel. A reforma da Previdência, por exemplo, está sendo arquitetada, a meu ver, por jurássicos sem noção. Eles vão para os países do primeiro mundo, onde a maioria deles tem grandes somas depositadas e de lá querem copiar o modelo. Se esquecem dos nossos 10 milhões de desempregados, na sua grande maioria jovens. Se estes jovens estivessem empregados, estariam contribuindo. Logo, o rombo seria menor.

    Os militares ficarão de fora da reforma da Previdência, mas este deveria ser o modelo, tanto na gestão pública como na privada. Todos pagam plano de saúde, contribuem na inatividade, todos passam por teste seletivo ou concurso público, não tem seus salários reduzidos quando da passagem para a inatividade e podem ser convocados em caso de necessidade. Têm direito a honras fúnebres, privilegiam as filhas e viúvas, acesso facilitado à moradia, seguros, assistência médica, odontológica, religiosa, psicológica, acesso a hospitais de todas as complexidades, entre outros. Que beleza! È o sonho de todo brasileiro.

    Porém, pra você ter acesso a estas bondades todas, deves te abster de algumas malvadezas e vantagens em relação ao proletariado em geral: não fazer baderna, nem greve, não cobrar hora extra, FGTS, seguro desemprego, periculosidade, insalubridade, zelar pela hierarquia e disciplina, estar 24 horas por dia à disposição da instituição. Não se perpetuar no poder e quando atingir a idade limite, dar lugar aos outros, entre outros sacrifícios. Os jurássicos só não copiam o modelo por que a politicagem necessita do proletariado para massa de manobra.

    No judiciário não é diferente. A Suprema Corte é composta por anciãos que, muitas vezes, não têm certeza e nem convicção de suas decisões. Eles deveriam dar lugar aos mais jovens. Nas grandes empresas é assim. Por que no serviço público tem que ser diferente?

    Os jurássicos do Judiciário, Legislativo e do Executivo estão sempre em rota de colisão. A tal harmonia não existe e está bem pior do que nos anos de chumbo. Tanto o presidente da República, Michel Temer, quanto o líder da oposição, mesmo vivendo no meio de toda essa sujeira que tanto nos assusta, mantêm intacta sua pureza. Lula conviveu dezenas de anos com José Dirceu, Delúbio, Marcelo Odebrecht, todos já condenados por corrupção e proclama que é inocente. Aliás, nem sabia de nada. Temer presidiu o PMDB de Eduardo Cunha por quinze anos, teve convívio próximo com os seis ministros que se afastaram por problemas judiciais. Admite ter recebido um empresário do ramo de doações ilícitas, mas garante que não tratou disso com ele. É inocente, diz.

    Como, a maioria do povo brasileiro, não acredita mais em jurássicos, apedeutas, esquerdopatas, guerrilheiros, terroristas, coronéis e bandidos do passado, eu aposto em caras novas para as eleições vindouras. Entre eles estão Jair Bolsonaro, Dr. Hollywood, João Dória ou Roberto Justos. Estes, já estão cotados para candidatos em 2018. E você, em quem aposta?

    05/01/2017 Leia...

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  • Os federais no Bolsa Família

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    O que era para ser o maior programa de combate à fome e à pobreza extrema no mundo, o Bolsa
    Família, está legado aos ladrões e corruptos. Nós sabemos que a responsabilidade é do agente que
    cadastrou o abonado no programa. Normalmente, o agente do programa também é agente político e,
    como tal, se faz de leitão para mamar deitado. Cadastra os abonados segundo os seus interesses ou
    do seu partido e, assim, o projeto, que teria tudo para ser bom, é usado como moeda de troca para
    angariar votos ou rechear a própria guaiaca com o dinheiro destinado aos pobres.
    O pai do programa foi o Partido dos Trabalhadores (PT). Além dos méritos, lhe rendeu muitos
    votos. Porém, na ânsia de se perpetuar no poder, nada fez para coibir e punir os ladrões do programa,
    que hoje custo bilhões aos cofres públicos mensalmente.
    Hoje, a sociedade brasileira clama por justiça e o próprio judiciário está determinado a passar
    o Brasil a limpo e está implacável com os corruptos. O Judiciário, via juiz Sergio Moro, através do
    trabalho de procuradores e Políci8a Federal a serviço da Operação Lava Jato, está mandando para a
    cadeia milionários que jamais imaginavam ver o sol nascer quadrado.Um inédito cruzamento entre dados do governo e a folha de pagamento do Bolsa Família levou o
    Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) a identificar 7.961 servidores federais entre os
    beneficiários do programa. Mais de 52% já tiveram os contratos cancelados ou os saques bloqueados.
    Todos estão sob a suspeita de subdeclararão de renda.
    A “malha fina” faz parte de um trabalho de apuração feito pela pasta ao longo dos últimos quatro meses.
    Considerando as bases de dados do governo federal, foram flagradas mais de 1,1 milhão de bolsistas
    irregulares. Multiplique-se isso pelo valor pago mensalmente e vamos ter um caminhão de dinheiro.
    No caso dos servidores federais, foram analisados os dados do Siape - onde constam registros de
    funcionários públicos com vínculos ativos, estagiários, aposentados e pensionistas junto às informações
    declaradas pelos inscritos no Cadastro Único, plataforma da Caixa Econômica Federal destinada aos
    programas sociais oferecidos pelo governo. De imediato, 759 benefícios de servidores federais foram
    bloqueados. Seguem recebendo, mas estão impedidos de sacar o dinheiro.
    Já 3.394 benefícios foram totalmente cancelados. É o caso das famílias cuja renda familiar per capita
    ultrapassa os R$ 440,00, mais que o dobro do teto exigido para ingresso e permanência no programa, que
    é de R$ 170 por membro da família.
    Os servidores serão comunicados e terão três meses para comprovar seus rendimentos nos Centros de
    Referência da Assistência Social (Cras) de seus municípios. Caso fique comprovado que a suspensão foi
    um equívoco, voltarão a receber a mensalidade retroativamente. Entre os quase 8 mil servidores federais
    suspeitos, 31% (2.468) são estagiários ou jovens aprendizes, cujo menor salário, referente a 20 horas
    semanais, é de R$ 413,33, duas vezes mais que o teto do Bolsa Família.
    O ministro Osmar Terra informou que o pente-fino deverá se tornar uma prática mensal. “O objetivo é
    separar o joio do trigo. Quem realmente precisa, vai continuar recebendo o benefício”, disse. É claro que
    isso excluí os funcionários públicos.
    O que eu lamento profundamente é que o dito ministro não prevê ajuste de contas na justiça para os
    energúmenos que fraudaram o programa. No ano passado, um levantamento apurou que mais de quinhentos
    políticos eleitos ainda não haviam pedido a exclusão do programa e foram convidados a pedir a exclusão.
    Roubar ainda é crime neste país e, neste caso, o agravante é roubar o dinheiro destinado aos pobres. Estes,
    além de ter que devolver tudo o que receberam indevidamente com juros e correção, deveriam ser penalizados
    com uma pesada multa e pelo menos alguns anos de cadeia, além de perderem seus cargos públicos.

    06/12/2016 Leia...

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  • Os alunos bisonhos


    Setores da imprensa decidiram transformar em heroína a estudante Ana Júlia Pires Ribeiro, que integra o grupelho de invasores de uma escola pública no Paraná. Num discurso na Assembleia, essa garota acusou os deputados de estarem “com as mãos sujas de sangue”. Foi interrompida, e com razão, pelo presidente da Casa, Ademar Traiano (PSDB), que afirmou que não toleraria ofensa aos deputados.

    Mais tarde, soube-se que a dita estudante havia sido meticulosamente treinada pelo pai para fazer o tal discurso. E o pai, nada mais é que um militante filiado ao PT do Paraná. Ou seja: usou a própria filha para tentar impor suas convicções ideológicas, assim como os professores doutrinadores de mentes incautas.

    O deputado esqueceu de informar para aquela fedelha que os deputados aprovaram a PEC 241 com 2/3 dos votos, votos que os bisonhos não têm para legitimar a invasão e depredação do patrimônio que não é dos bisonhos, mas de todos.

    Também esqueceram de informar aos bisonhos que a PEC não se limita em restringir gastos da saúde e da educação. Os próprios legisladores não poderão mais votar os seus respectivos aumentos de salário na calada da noite. Não vai adiantar os condutores e amestradores de alunos fazer greve por aumento de salário, porque não vão receber nada além do previsto na PEC.

    As invasões nas escolas do Paraná só teve um resultado prático. Um adolescente de 16 anos foi assassinado a facada por outro adolescente de 17, no Colégio Safel, no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba.  Ele teve ferimentos na clavícula e na barriga, e já estava em óbito quando os socorristas chegaram ao local. De acordo com a polícia, os adolescentes estavam usando drogas juntos quando ocorreu o assassinato, dentro da escola.

    Vale lembrar aos bisonhos que, no próximo ano, ou a partir de 2018, estarão à procura de emprego. Terão que garimpar o emprego nas empresas privadas ou nos concursos públicos. O empresário dá emprego para quem ele quiser e para baderneiro normalmente não dá. Já no setor público você deve estar preparado intelectualmente. E invasor não prepara nem para o Enem e muito menos para concurso público.

    Mas o Estatuto da Criança e do Adolescente nos diz que a responsabilidade pelos nossas crianças e adolescentes é da sociedade, da família e do Estado. Os 2/3 dos legisladores podem mudar, inclusive, o famigerado Estatuto. Pode ser alterado e a redução da maioridade penal e a Lei Antiterrorismo é uma questão de tempo.

    Estamos numa Democracia. Se você quer ser analfabeto funcional, pode; se quiser ficar eternamente no Bolsa Família, pode; se quiser se contentar com pouco, conforme orientação de um certo padreco, na igreja construída por um povo ordeiro e trabalhador, pode.

    Porém, se você estiver sonhando com casa, apartamento, carro, moto, família, andar com as próprias pernas e não se contentar com esmolas governamentais, então estude.

     

     

    04/11/2016 Leia...

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  • Voltamos ao tempo da "Dita Dura"


    Para muita gente a ficha ainda não caiu. Mas, a bem da verdade, o tempo em que abonados contavam com punições brandas está com os dias contados. Os intocáveis são uma raça em extinção e, pelo que tudo indica, vai valer o “somos todos iguais perante a Lei”, conforme reza a Constituição. É o que o povão almeja.

    A ação da Polícia Federal, Justiça Federal e Ministério Público Federal pôs sob nova perspectiva dois temas que costumam incendiar o debate: a mudança da lei que combate o abuso de autoridade e o foro especial por prerrogativa de função. Políticos de direita e de esquerda, se fazendo de “leitão pra mamar deitado”, costumam sair por aí alardeando contra o foro especial por prerrogativa de função, atribuindo a ele a origem da impunidade. É uma tolice. Até o ministro do STF, Roberto Barroso, dia desses saiu-se com essa, mas nesse caso é uma bobice de esquerda.

    O episódio de sexta, 28, ilustra bem o que poderia advir. O juiz de Serra do Rola Moça do Oeste talvez achasse por bem prender um deputado ou senador. Por que não? Ou porque deu vontade? Ou porque não gosta do dito-cujo? Ou porque, nessas nossas imensas solidões morais, as famílias são inimigas ancestrais nos sertões mentais que ainda nos ameaçam.

    Quando um juiz de Brasília manda a Polícia Federal invadir o Senado, sem atentar nem mesmo para a simbologia, a gente tem um emblema do que poderia acontecer. Viver-se-ia sob o império do medo. Em muitos aspectos, isso já está em curso hoje em razão da Lei da Ficha Limpa.

    Nesses anos todos, podem procurar, mas vocês não encontrarão a defesa do fim do foro especial. Quero leis mais duras para combater corruptos, quero um número menor de recursos, quero mais celeridade nas punições como todo mundo. Mas acho que o foro por prerrogativa de função tem de ser mantido, sim. Sob pena de termos jeca tatus aventureiros processando o presidente da República a cada momento.

    Sobre o abuso de autoridade, há uma gritaria absurda contra a lei que pune. Na esteira desse debate, já há uma frente que pede até que a Procuradoria-Geral da República represente contra o ministro Gilmar Mendes. O pretexto falacioso é que um texto de 2009 teria o objetivo de combater a Lava Jato, que é de 2014. A coisa parece piada? Parece piada, mas é assim.

    O caso da invasão do Senado pela Polícia Federal se encaixaria na lei? Não! Não se encaixaria. As faltas lá previstas, que podem levar a uma eventual punição, são muito mais graves. Mas os que pretendem atuar acima e à margem da lei, ainda que alegando o nosso bem, estão inconformados. Porém, a Democracia tem regras e as regras estão na Lei.

    31/10/2016 Leia...

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  • A Petrobras é deles


    Meus leitores esquerdistas garantem que a Petrobras é nossa. Seria, se ao abastecer o veículo tivéssemos alguma compensação. Mas a Petrobras tem que se adequar às petrolíferas internacionais. Essa adequação, a meu ver, está limitada ao preço na bomba para o consumidor. O frentista recebe em reais, não em dólar, euro ou libra. As quatro maiores petrolíferas do mundo têm menos funcionários que a Petrobras. Tivessem privatizado a Petrobras não teríamos a dívida bilionária e o Brasil teria os impostos para os tão necessários investimentos.

    A real causa do tombo da Petrobras foi a sua administração, influenciada ou não pela política. Construir refinarias no Nordeste, abastecidas com petróleo produzido no Sudeste, para ser vendido no Sudeste ? Seria como a Exxon construir refinarias em Michigan porque Detroit precisa de empregos.

    A Petrobras emprega, entre empregos diretos (empregos públicos, com privilégios injustificáveis) e terceiros, mais do que a soma das quatro maiores petrolíferas privadas do planeta, que juntas geram mais de 50 vezes mais lucro do que a Petrobras. Essa sim é a razão. A Petrobras deveria ter um quarto dos empregados, pagando salário brasileiro.

    A roubalheira, combinada com a má gestão levaram a Petrobras a chegar onde chegou. Historicamente, os preços pagos pela Petrossauro por qualquer item são, em geral, muito maior que qualquer outra empresa paga.

    A bem da verdade, os políticos empresários, para gerenciar as suas empresas, contratam executivos formados em Harvard. No entanto, as estatais é eles que querem dirigir. Político não é sinônimo de gestor. Pergunto aos meus leitores esquerdistas: Vocês confiariam a gestão dos seus negócios a algum político? Então, não me venham com a balela de que privatizar é o mesmo que entregar.

    Historicamente, as privatizações sempre tiraram o Brasil da pindaíba. Ou alguém está convencido de que o Plano Real salvou o Brasil? O que salvou o Brasil foram os bilhões das privatizações das Teles. Se você está endividado, pode fazer mil planos, mas se não entrar dinheiro no caixa a sua dívida só tende a aumentar.

    Também me perguntam: Agora, com Michel Temer vai? Não é com Temer que as coisas vão andar, mas com o conjunto da obra. Relembrando a História, na crise dos anos 30 Getúlio Dorneles Vargas resolveu com a CLT para os trabalhadores e a compra do café dos fazendeiros, o qual, queimou para dar um monumental calote nos ingleses. Já os comunistas disfarçados de socialistas, ele, o Getúlio, vergou à bala, cadeia e extradições. Olga Benário que o diga.

    Em 1964 os militares afugentaram os gatos aninhados em Brasília e optaram pelos dólares americanos em detrimento da ideologia comunista. Em 1970 o Brasil já era o país que mais crescia no mundo. Porém, cometeram um erro imperdoável: concederam anistia aos bandidos. Desta anistia os gatunos se valeram para voltar ao centro do poder.

    Hoje, o Congresso Nacional, dominado pelo Temer e seus aliados, combinados com o juiz Sérgio Moro e Suprema Corte, estão também afugentando os gatunos do berço esplendido. Também querem obrigar os gestores a gastarem menos que arrecadam e rever as aposentadorias fraudulentas, cujos primeiros números apontam que oito em cada dez são desnecessárias. É um passo importante rumo à prosperidade.

    Porém, a meu ver, Temer está cometendo um erro bisonho: quer aumentar a idade para aposentadoria. Se a bisonhíssima prevalecer, os 11 milhões de desempregados irão aumentar. É sabido que o desempregado é problema para a gestão pública, mas o jovem desempregado é um problema maior, uma vez que o velho aposentado, com sua experiência, vai saber contornar o problema com métodos lícitos, enquanto o jovem vai para a criminalidade.

     

     

     

    19/10/2016 Leia...

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  • O fim da era esquerdista


    Conforme já previsto nesta coluna, corruptos, com raras exceções, foram humilhados nas urnas. Não só no Brasil. Na Colômbia, o eleitorado daquele país disse não no plebiscito realizado também no domingo passado, a uma espécie de anistia aos esquerdopatas que assassinaram centenas de milhares de inocentes em nome da causa. O Brasil fez isso no século passado e agora, após trinta e poucos anos, conseguiu ofuscar a estrela criminosa dos que alardearam luta contra a “ditadura”. Luta na qual não mataram nenhum general, apenas assassinaram soldados rasos.

    A venenosa jararaca, agora reduzida à cobra d’água, foi o grande perdedor dessa eleição. Desde quando anunciou fazer a terra tremer, que, ao convocá-lo coercitivamente para depor — o que era, de fato, uma desnecessidade —, Sérgio Moro havia apenas batido no rabo da jararaca e que, para matar a serpente, seria preciso bater na cabeça. Estamos esperando a reação de sua peçonha. De lá para cá, nada se viu. Os atos bisonhos foram se multiplicando.

    Lula resolveu sair Brasil afora apoiando candidatos. O resultado, tudo indica, teve efeito contrário. Em companhia de Dilma, o ex-poderoso chefão resolveu fazer campanha, por exemplo, para Alice Portugal, do PCdoB, em Salvador, na disputa contra o prefeito ACM Neto, do DEM. A dupla só serviu para valorizar a robusta vitória de seu desafeto. Dava-se como certo que seria reeleito. Mas com 73,99% dos votos? Lula e Dilma fizeram o favor de emprestar a uma disputa que poderia ter apenas cores locais o sabor de uma vitória de dimensão nacional.

    O ex-presidente também andou pelo tal cinturão vermelho de São Paulo. Demonizou coxinhas, falou mal de tucanos, acusou conspirações, disse que tudo não passa de uma campanha para impedi-lo de voltar à Presidência, falou em nome dos trabalhadores, anunciou o corte de direitos trabalhistas, antecipou o fim do mundo. Resultado: no Estado de São Paulo sete prefeituras apenas — em 2012, foram 72. No país, míseras 256, contra 630 há quatro anos.

    Mas foi na capital paulista que os esquerdistas encontraram a definição mais acabada do desastre. Nem mesmo os partidários mais entusiasmados do agora prefeito eleito contavam com uma votação tão consagradora. Tudo é inédito nessa conquista: a vitória no primeiro turno, a rapidez da ascensão, o vexame protagonizado pelo petismo.

     

    O país dá um sinal maiúsculo de que não aceita mais as bobagens esquerdistas e, para encerrar, Marcos Cláudio Lula da Silva, enteado de Lula, mas tornado seu filho, com o devido registro e tudo, se candidatou a vereador em São Bernardo. Na campanha sempre deixou claro: “É o filho de Lula!”. O rapaz obteve 1.504 votos. Não foi eleito. Ficou na 58ª colocação. Com outro padrinho, quem sabe na próxima.

    Já na nossa região, o eleitorado não votou em partidos, nem em ideologias, votou nas pessoas. Porém, foram implacáveis com os “mal feitos”. Para os eleitos vale lembrar que vencer uma eleição não é como vencer um campeonato de futebol, levantar o troféu e só festa. Vencer a eleição significa estar autorizado a trabalhar quatro anos em prol dos munícipes.

     

     

    05/10/2016 Leia...

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  • Itapiranga rumo à pobreza


    Salvo melhor juízo, hoje os itapiranguenses irão dar um grande passo rumo ao subdesenvolvimento nos moldes bolivarianos. Políticos, numa tentativa desesperada, irão tentar reativar a tradicional máquina de mentiras própria dos esquerdopatas. Irão endeusar o biodigestor e endiabrar as hidrelétricas.

    O velho e bom biodigestor foi útil nos tempos de guerra, quando as hidrelétricas e termoelétricas estavam sendo bombardeadas. Hoje, os biodigestores ainda são úteis em regiões pobres do mundo todo. No Brasil são extremamente úteis para políticos angariarem votos.

    O que compromete o bom funcionamento do biodigestor na nossa região é que as bactérias se desenvolvem melhor em temperaturas mais elevadas, em torno de 28°C a 35°C, sendo que com a queda da temperatura, abaixo de 15°C, a biodigestão se torna mais lenta e a produção do biogás é muito pequena. Em regiões mais quentes, ou como se fala, de São Paulo para cima, as temperaturas são altas e não há preocupações neste aspecto. Já no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, em especial no período de inverno, observa-se, sim, um declínio da produção do biogás

    Bem, diante do que foi exposto aqui, é possível concluir duas coisas: primeiro, o biodigestor não tem nada contra o Brasil, pois ele funciona no mundo inteiro e funciona aqui também; segundo, o agricultor terá que optar entre a manutenção do biodigestor ou dedicar-se inteiramente à produção agropecuária.

                                         A HIDRELÉTRICA

    A UHE Itapiranga é uma usina que está em fase de estudos, presente no PAC, devendo ser concluída em 2017. Será localizada no Rio Uruguai, entre os municípios de Itapiranga (SC) e Pinheirinho do Vale (RS). A área alagada será sete municípios: Caiçara, Itapiranga, Mondaí, São João do Oeste, Vicente Dutra e Vista Alegre. Terá capacidade instalada de 724 MW e bilhões em investimentos.

                                 ENERGIA LIMPA NA ALEMANHA

    Os alemães do além-mar também tiveram e ainda têm preocupações com as fontes de energia limpa como os alemães daqui. Karl Imhoff fez funcionar biodigestores na velha Alemanha nos tempos de guerra, por volta de 1920. Porém, hoje optam por métodos modernos.

    CONCLUSÃO

    Eu não sou o dono da verdade, mas estou convencido de que é de bom alvitre que as autoridades de 12 paises e as do Brasil inclusive, façam um esforço concentrado para que Itapiranga almeje voos mais altos e saia da mesmice. Para isso, sem medo de errar, Itapiranga precisa da ponte para se ligar à região celeiro do Rio Grande do Sul, dos bilhões a serem investidos na hidrelétrica, de um aeroporto regional, de um hospital regional com especialidades, principalmente Oncologia, de uma travessia para a República argentina e uma estação da Embrapa para avançar na vocação em pesquisas do povo itapiranguense e inclusive para avançar nas pesquisas das energias alternativas. Em biodigistor também, que, diga-se de passagem, está mais enferrujado que a máquina de mentiras dos esquerdistas que ora se apresentam.

     

     

     

    23/09/2016 Leia...

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  • Os inúteis movimentos sociais


    Com raras exceções, os movimentos sociais no Brasil, ao longo da história, pouco contribuíram para o desenvolvimento da Nação. Causaram mais dor e sofrimento do que alegria. Porém, foram extremamente úteis para colocar no poder guerrilheiros, ladrões, apedeutas, corruptos, criminosos e esquerdopatas de toda ordem.

    Os líderes viveram anos de ouro protegidos pelos “direitos humanos” e pelo foro privilegiado. Deitaram e rolaram com a foice e o martelo, obstruindo ruas, destruindo patrimônio público e privado, amestrando estudantes em todas as áreas, agrediram autoridades e policiais para figurarem nas páginas do jornalismo e sacrificaram as suas massas de manobra em prol da causa, tipo Estado Islâmico. 

     

    Promoveram greves que, além de constranger o povo ordeiro e trabalhador, causaram prejuízos astronômicos ao setor privado e principalmente aos cofres públicos. Com isso, frearam o crescimento econômico, social, Produto Interno Bruto (PIB). Retardaram as pesquisas científicas, obstruíram o acesso dos jovens ao ensino de qualidade, destruíram sonhos e famílias inteiras.

    Mas os tempos de ouro dos inúteis estão com os dias contados. Ministérios que legitimavam os inúteis foram extintos ou reduzidos e a polícia já não é mais tão light. As urnas certamente se encarregarão de dar o seu recado nos pleitos vindouros. Apesar de que, historicamente, o eleitor não afasta o ficha suja. Tanto é que Fernando Collor voltou pelas urnas e como lacaio dos que o destronaram.

    É o extremo da cara de pau abrigar mascarados violentos em manifestações e depois escrever: “Exigimos que as forças policiais se conformem à ordem democrática”. Ora, elas já estão conformadas. Aqueles que cometem excessos devem ser punidos. E que punição merecem os vagabundos que alimentam os conflitos a serviço dos esquerdopata?

    Os ditos movimentos sociais querem acertar vários coelhos com as múltiplas pauladas dos black blocs. Fazem campanha eleitoral, tentam manter vivo os partidos de esquerda, buscam mobilizar a população contra as reformas trabalhista e da Previdência na base do terrorismo e simulam um clima de insurreição contra “o golpe”, mesmo sabendo que os três tesoureiros: Paulo Ferreira, Delúbio Soares e João Vaccari Neto, da campanha do PT e da presidente destronada, foram parar na cadeia por ladroagem. Sem esquecer que os frutos da ladroagem alavancaram as candidaturas de Lula e Dilma.

    Se a gente, no entanto, olhar a coisa de perto, lá estão os desocupados de sempre, querendo nos convencer de que levar um vareio de 61 a 20 em seção presidida pela Suprema Corte é golpe e que os milhões de votos depositados nas urnas as custas da Petrobras são legítimos.

     

     

    O que preocupa é que tem gente que acredita em Papai Noel e, por isso, a sarna e lepra dos movimentos sociais ainda vão causar transtornos para o povo ordeiro e trabalhador. É a descriminalização dos assaltos aos cofres públicos.

     

    15/09/2016 Leia...

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  • O terrível mês de agosto


    Terminadas as Olimpíadas do Rio de Janeiro, chegamos próximo ao término de agosto, mês das grandes transformações políticas, econômicas e sociais. Getúlio Vargas suicidou-se na madrugada de 23 para 24 de agosto de 1954. Em agosto de 1991, os comunistas sovieticos foram golpeados e em agosto de 2016 o esquerdismo brasileiro poderá ser golpeado.

    Pesquisa mostra que metade da população não sabe sobre o golpe que completou 25 anos sexta-feira, 19, que levou ao fim da União Soviética e abalou o mundo comunista sonhado pelo alemão Kharl Marx

     

    A maioria dos russos desconhece a tentativa de golpe que, entre 19 e 21 de agosto de 1991, tentou afastar do poder o então presidente Mikhail Gorbachev, resultando na desintegração da União Soviética (URSS). O “Golpe de Agosto”, em que membros do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) tentaram frear as reformas de Gorbachev, a Perestroika (reestruturação econômica) e Glasnost (transparência política) que, tornou-se um marco na história contemporânea.

    No entanto, a maior catástrofe geopolítica do século 20, conforme descreveu o atual presidente russo Vladimir Putin, está desaparecendo da memória da Rússia, segundo pesquisa realizada pela imprensa local. Cerca de 48% dos entrevistados não se recorda dos fatos daqueles dias tempestuosos. Entre os jovens de 18 e 24 anos, 90% disseram que jamais ouviram falar do fracassado golpe.

    Há 25 anos, Gorbachev e o secretário geral do PCUS estavam prestes a firmar um novo tratado que pretendia renovar a União Soviética. A ideia era criar uma confederação de estados soberanos, após uma complicada negociação com as repúblicas soviéticas. Mas, em 19 de agosto de 1991, sob as ordens de altos membros do partido (conhecidos como “Gangue dos Oito”) que se opunham à novidade, deu-se início à tentativa de golpe.

    Enquanto caminhões com homens armados transitavam pelas ruas de Moscou, Gorbachev foi isolado em sua casa de verão na Crimeia e declarado totalmente “incapaz” de desenvolver suas funções. Os planos dos golpistas falharam graças aos impressionantes protestos públicos contrários ao ato, a recusa das Forças Armadas em disparar contra os manifestantes e a resistência desempenhada pelo então presidente da República Federativa Socialista Soviética da Rússia, Boris Ieltsin.

    A imagem de Ieltsin dirigindo um discurso à multidão em um carro armado tornou-se histórica. Enquanto a imprensa russa não deu importância, pois considerava “pouco relevante”, a foto foi capa dos principais jornais do mundo inteiro. Em 24 de agosto, Gorbachev renunciou ao cargo de secretário-geral do Partido Comunista e no dia 25 Ieltsin nacionalizou todas as propriedades russas do PCUS. Não demorou muito até a pulverização da União Soviética. De suas cinzas, surgiu a Federação Russa.

    “Esses fatos foram relevantes para a atualidade por serem percebidos como o nascimento de uma nova Rússia. Mas, aos poucos, tornaram-se uma espécie de vergonha. Para os russos, os acontecimentos “pesados” do século 20 são a Segunda Guerra Mundial e a viagem de Yuri Gagarin, primeiro astronauta a ir ao espaço. O resto começa a desaparecer da memória como histórias de amor mesquinhas”, analisou o cientista político russo Mikhail Vinogvotov.

    Desta forma, apenas 7% dos russos lembram do fracassado golpe de Estado, há 25 anos, como um “acontecimento importante” na história da Rússia.

    Já no Brasil, pago para ver a nova era com os esquerdopatas fora do centro do poder.

     

    26/08/2016 Leia...

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  • Dilma agora tem pressa

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    Pelo o que tudo indica, Dilma Rousseff irá voltar para as suas origens. Ou seja, irá para Porto Alegre e se juntar as esquerdistas Manuela d’Ávila (PCdoB) e à Luciana Genro (PSOL), as quais estão liderando as pesquisas para a prefeitura da capital. Há quem diga que, aos poucos, está esvaziando as gavetas no Palácio da Alvorada, em Brasília. Também não irá para as Olimpíadas no Rio de Janeiro. Das duas uma: ou tem medo da vaia ou tem pressa para iniciar a campanha das amigas esquerdistas.

    Por outro lado, Michel Temer não está tão confiante que a jiguera tenha jogado a toalha. Na terça-feira passada, 19, Temer ofereceu um jantar no Palácio do Jaburu aos presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Rodrigo Maia. Não havia uma pauta específica.

    O objetivo do presidente interino era mostrar à imprensa uma situação de harmonia entre os chefes do Executivo e do Legislativo, para contrastar com o clima beligerante no governo da presidente afastada. Tudo correu conforme o planejado, com uma revelação inesperada. Renan Calheiros disse a Temer que a petista jogou a toalha e admitiu não ter mais chances de impedir a aprovação do impeachment no Senado. Segundo o relato do senador, Dilma desabafou nos seguintes termos: “Quero acabar logo com essa agonia”.

    Calheiros é a expressão mais viva do que se pode chamar de “político de Brasília”. Isso significa que está sempre ao lado do poder. Há poucos meses, estava empenhado em desalojar Temer da poderosa presidência do PMDB e, se possível, deixá-lo distante da rampa do Palácio do Planalto. Foi um dos generais da batalha de Dilma para barrar o impeachment. Sendo um “político de Brasília”, Calheiros é um termômetro quase infalível para detectar a temperatura do poder. Se conversa em tom de confidência com Temer, por quem nunca nutriu grande simpatia, é sinal de que tem certeza de que Dilma não conseguirá recuperar o mandato.

    A percepção do senador, no entanto, não é propriamente um privilégio. É difícil encontrar em Brasília, mesmo dentro do PT, alguém que acredite na volta de Dilma ao Palácio do Planalto, ainda que as pesquisas de opinião mostrem que mais de 60% do eleitorado prefere a convocação de novas eleições. A questão central é que Michel Temer, em apenas dois meses de interinidade, conseguiu plantar um clima de estabilidade na política e na economia, que favorece sua permanência no poder. Pelas contas do senador Romero Jucá (PMDB-RR), demitido do Planejamento por conspirar contra a La­va-Jato, 61 dos 81 senadores votarão a favor do impeachment. Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil, aposta que o número pode chegar a 63 senadores, incluindo Calheiros.

    É tamanha a confiança que Geddel Vieira Lima, o ministro encarregado de negociar com o Congresso, tirará nos próximos dias uma semana de férias. “A fatura está liquidada”, reza o mantra da hora no PMDB. Temer, por via das dúvidas, não descuida de usar a máquina pública para sacramentar sua vitória. De olho nas ruas, sancionou reajustes salariais para servidores públicos e anunciou a ampliação dos financiamentos da Caixa Econômica Federal para a compra de imóveis. Num aceno aos congressistas, vetou novos cortes no Orçamento da União e determinou que sejam no­mea­das imediatamente as pessoas indicadas por deputados e senadores de sua base de apoio para ocupar cargos públicos. Na quarta-feira, o ministro Geddel Vieira Lima recebeu Jovair Arantes (PTB-GO), relator da comissão do impeachment na Câmara, para sacramentar a distribuição de cargos federais em Goiás entre os parlamentares do estado.

    A questão é, os tesoureiros do PMDB e da base alugada, digo aliada, não receberam $? Só cargos? Não socializaram nada?

    28/07/2016 Leia...

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  • O triste fim de Policarpo Quaresma

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    Só oito pessoas aguardavam o ex-presidente Lula no aeroporto de Caruaru, no agreste pernambucano

    Na semana passada, um segurança do ex-presidente Lula chegou ao Aeroporto Oscar Laranjeira, em Caruaru, no agreste de Pernambuco. Diligente, comunicou que um Gulfstream G200, avião executivo de luxo e alta performance, estava a caminho da cidade. Minutos depois, dois representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o vice-prefeito Jorge Gomes (PSB) estacionaram seus carros no local. Estavam apreensivos, porque não havia militantes para oferecer uma recepção calorosa a Lula. “Eles vão chegar. Pode ficar tranquilo”, disse um dos líderes do MST ao segurança, tentando amenizar a tensão.

    Uma hora mais tarde, só oito pessoas aguardavam o ex-presidente. “Vamos partir para o plano B. Acho melhor receber o Lula no hotel. Manda o pessoal para lá”, ordenou o guarda-costas. Em seguida, ele trancou a porta de entrada do saguão do aeroporto, que é público, para evitar que alguém fotografasse o deserto que aguardava Lula, aquele que já foi um dos políticos mais populares do mundo. “O cara”, como disse o presidente americano Barack Obama, numa ocasião em que se encontraram.

    Lula desembarcou acompanhado do senador Humberto Costa (PT-PE). Driblou as poucas pessoas curiosas que o aguardavam e deixou o aeroporto pelos fundos. “Pensei que ele fosse ao menos pegar na minha mão e me cumprimentar”, reclamou Augusto Feitosa, funcionário do aeroporto. Os tempos são outros. A popularidade e o prestígio de Lula também.

    Caruaru é testemunha dessa transformação. Em 27 de agosto de 2010, o então presidente desembarcou no mesmo Oscar Laranjeira ao som de uma orquestra formada por estudantes de uma escola pública. O saguão estava lotado. Sorridente, Lula abraçou eleitores e posou para fotos ao lado de autoridades como Fernando Haddad, então ministro da Educação, hoje prefeito de São Paulo, e a então primeira-­dama do Estado de Pernambuco, Renata Campos.

    Em seu último ano de mandato, Lula beneficiava-se do crescimento econômico, que atingiu 7,5% em 2010. Nem o céu parecia lhe servir de limite. “Se a gente continuar mais dez anos do jeito que está, daqui a pouco chega a Caruaru e pensa que está em Paris, em Madri, de tão chique.”

    Caruaru continua Caruaru. Figura entre as doze piores cidades para viver no Brasil. E Lula deixou de ser Lula. Lidera no quesito rejeição entre os nomes cotados para disputar a Presidência em 2018. Na quarta-feira passada, Lula discursou em Caruaru num auditório com capacidade para setenta pessoas. A plateia era formada por militantes do MST e da CUT, que preferiram tomar o café da manhã do hotel a esperar o petista no aeroporto. A programação previa uma coletiva de imprensa. Não ocorreu. Só Lula e áulicos falaram. Mas o ex-presidente mantém um fotógrafo e uma equipe de documentaristas, sempre a postos para captar as melhores cenas.

    Enquanto estava no hotel, um militante rompeu o cerco de seguranças e tirou uma foto com Lula, mas a equipe do ex-presidente o obrigou a apagá-la. A imagem mostrava uma garrafa de uísque ao fundo. Não pegaria bem nas redes sociais, foi a justificativa apresentada.

    Depois do evento, Lula saiu pela garagem, num carro com os vidros fechados, e percorreu um trajeto de apenas 400 metros até o trio elétrico que o esperava para um novo discurso. “Ele parece estar meio distante do povo, com um olhar desconfiado”, observou a funcionária pública Conceissão Pessoa. Em cima do trio elétrico Pantera Fashion, Lula discursou para 2.000 pessoas. Cinco ônibus, com capacidade para cinquenta passageiros, foram fretados por 1.000 reais cada um, pagos em dinheiro vivo, para postar a claque diante da estrela petista.

    A programação da semana passada, por exemplo, previa uma passagem pela cidade do Crato, no Ceará, onde ele receberia o título de doutor honoris causa da Universidade Regional do Cariri. A segurança fora informada de que estava sendo organizado um protesto de alunos contra a concessão da honraria. A visita foi cancelada.

    Em Caruaru, Lula foi ainda a um assentamento agrário do MST. Uma banda de pífanos, também contratada por cerca de 1.000 reais, animou a festa. À mesa, famílias convidadas puderam se servir de macaxeira, jerimum, cuscuz, carne guisada e suco de acerola. Lula bebia cachaça e água. Estendia o braço direito para o alto, com o punho cerrado, e discursava contra o “golpe” que derrubou Dilma. No fim da tarde, às 17 horas, o ex-presidente partiu para o Recife no avião de prefixo PR-WTR, o mesmo que as empreiteiras Odebrecht e OAS usavam para transportá-lo ao exterior.

    À noite, na capital pernambucana, num evento em praça pública, Lula criticou o presidente interino Michel Temer e o juiz Sergio Moro, que em breve julgará um pedido de prisão contra ele. Falou à plateia e também à equipe que produz um documentário sobre o “golpe”. Com a chuva, os militantes começaram a se dispersar, e Lula teve de encerrar o espetáculo.

    Para quem queria guerra, não sabe o que é perdê-la.

    22/07/2016 Leia...

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