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Lito Sousa é diagnosticado com Doença de Creutzfeldt-Jakob

ClicRDC , revisado por IA - 21/08/2026 11:57 - Visualizações: 30

Lito Sousa é diagnosticado com Doença de Creutzfeldt-Jakob

Lito Sousa foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob, uma enfermidade rara e sem cura. O Brasil registrou 547 casos confirmados entre 2005 e 2021.

O piloto e influenciador Lito Sousa, conhecido pelo canal Aviões e Músicas, foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). A informação foi divulgada nesta sexta-feira (21) pela esposa dele, Mila. A DCJ é uma enfermidade rara, neurodegenerativa, progressiva e sem cura. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou 547 casos confirmados da doença entre 2005 e 2021, a partir de 1.576 notificações de casos suspeitos. A doença é causada pela alteração anormal de uma proteína chamada príon, que se acumula no cérebro e provoca a destruição progressiva dos neurônios. Os primeiros sintomas incluem demência, perda de memória e tremores, com a evolução podendo comprometer diferentes funções do organismo. Existem quatro formas conhecidas da DCJ: esporádica, hereditária, iatrogênica e a nova variante (vDCJ). A forma esporádica é a mais comum, enquanto a hereditária está relacionada a alterações genéticas. A forma iatrogênica pode ocorrer em situações específicas relacionadas a procedimentos médicos. A nova variante está associada à encefalopatia espongiforme bovina (EEB), conhecida como “doença da vaca louca”. Entre as notificações analisadas, São Paulo concentrou o maior número de confirmações, com 202 casos. A maioria das notificações ocorreu entre pessoas mais velhas, com 60,2% dos registros na faixa etária de 55 a 74 anos. O número de notificações aumentou ao longo dos anos, especialmente a partir de 2012, possivelmente devido à melhora da vigilância epidemiológica. O diagnóstico da DCJ envolve avaliação clínica e exames como ressonância magnética e eletroencefalograma. Atualmente, não existe tratamento capaz de reverter a doença, e cerca de 90% dos pacientes evoluem para óbito entre seis meses e um ano após o início dos sintomas.

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