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Dino retira sigilo de operação sobre financiamento de filme sobre Jair Bolsonaro

WH3 Noticias , revisado por IA - 10/09/2026 16:18 - Visualizações: 28

Dino retira sigilo de operação sobre financiamento de filme sobre Jair Bolsonaro

O STF retirou o sigilo de uma operação da PF que investiga o financiamento do filme 'Dark Horse', sobre Jair Bolsonaro. Mais de 50 pessoas estão envolvidas na investigação.

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (10) o sigilo da decisão que autorizou uma operação da Polícia Federal para investigar suspeitas relacionadas ao financiamento de 'Dark Horse', produção que aborda a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A investigação apura possíveis crimes relacionados à movimentação e ocultação de valores, além de suspeitas envolvendo desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares. O sigilo foi retirado após o cumprimento de diligências de busca e apreensão no Ceará, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. Dino determinou que, após o cumprimento integral das medidas, o processo seja encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para manifestação. Mais de 50 pessoas estão envolvidas na investigação, incluindo o deputado federal Mario Frias (PL-SP). A apuração envolve a destinação e execução de recursos públicos repassados ao Instituto Conhecer Brasil (ICB) e à Academia Nacional de Cultura (ANC). A Go Up Entertainment, produtora de 'Dark Horse', também é citada, vinculada a Karina Ferreira da Gama, presidente do ICB e da ANC. O inquérito foi instaurado em 23 de junho de 2026, com base em uma nota técnica da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a execução de emendas parlamentares. A Polícia Federal busca esclarecer a destinação dos recursos e verificar possíveis irregularidades. Dino autorizou buscas e apreensões de documentos e dispositivos eletrônicos, além do acesso a dados relevantes para a investigação. O material recolhido será submetido à perícia técnica, respeitando a cadeia de custódia das provas. Também foram autorizadas buscas pessoais e apreensão de bens de luxo encontrados com os investigados. As informações tornadas públicas descrevem suspeitas que ainda estão sob investigação da Polícia Federal, e a inclusão de pessoas no inquérito não significa condenação ou comprovação de crimes.

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