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STF discute acesso a documentos do caso Banco Master com opiniões divergentes

Peperi Notícias , revisado por IA - 12/09/2026 07:25 - Visualizações: 51

STF discute acesso a documentos do caso Banco Master com opiniões divergentes

Ministros do STF divergem sobre a divulgação de documentos do caso Banco Master, com discussões sobre sigilo e investigações.

Nesta sexta-feira, 11, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) apresentaram opiniões divergentes sobre a divulgação de documentos das investigações do Banco Master. O relator André Mendonça afirmou que não poderia divulgar integralmente os procedimentos, pois parte das investigações ainda está em andamento e envolve informações protegidas. A discussão ocorre antes do julgamento previsto para terça-feira, 15. O presidente do STF, Edson Fachin, havia determinado a divulgação de alguns documentos. Alexandre de Moraes questionou o sigilo de 18 petições e 180 documentos, sugerindo que houve seleção direcionada dos materiais mantidos em sigilo. Mendonça respondeu que todas as informações relevantes para o julgamento já foram disponibilizadas aos gabinetes dos ministros. O julgamento analisará uma possível investigação envolvendo Moraes, a partir de mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Master. Gilmar Mendes pediu que Fachin assuma a condução do processo, expressando dúvidas sobre a prontidão do caso para julgamento e questionando a definição do objeto da apuração. Mendes também sugeriu que processos relacionados sejam analisados conjuntamente para evitar decisões contraditórias. Cristiano Zanin solicitou acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro, e Moraes reforçou essa solicitação. Mendonça informou que o telefone original está com a Polícia Federal e que uma cópia dos dados foi entregue em um HD criptografado. Além disso, Mendonça retirou o sigilo de outros procedimentos ligados ao Banco Master, incluindo investigações sobre Jaques Wagner, Ciro Nogueira e Cláudio Castro, após pedido da Procuradoria-Geral da República. As divergências também se estenderam a decisões sobre a Polícia Federal, com Fachin suspendendo determinações anteriores sobre o afastamento do diretor-geral Andrei Rodrigues.

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