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Estudo aponta que a restrição de celulares em escolas brasileiras melhora a atenção dos alunos, mas exige a reinvenção de atividades de socialização.
Estudo da Universidade Stanford associa restrição de celulares em escolas brasileiras a melhora no desempenho dos alunos. A pesquisa, que analisou dados da rede municipal do Rio de Janeiro e de escolas privadas e públicas em todo o país, revelou que 83% dos estudantes relataram maior atenção nas aulas após a restrição. O percentual foi maior no ensino fundamental (88%) e menor no ensino médio (70%). A pesquisa também identificou dificuldades de adaptação, com 44% dos estudantes relatando maior tédio nos intervalos e recreios. Os pesquisadores destacam a importância de escolas repensarem os momentos de convivência e criarem atividades de socialização.