PublicidadePublicidade
saude

Semana de Prevenção ao AVC destaca sintomas e cuidados essenciais em SC

Múltipla , revisado por IA - 26/10/2026 22:12 - Visualizações: 65

Semana de Prevenção ao AVC destaca sintomas e cuidados essenciais em SC

A Semana Estadual de Prevenção ao AVC em SC destaca a importância de reconhecer sintomas e controlar fatores de risco, com dados alarmantes sobre internações e mortes.

Ouça esta notícia

Versão em áudio

A Semana Estadual de Prevenção ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), realizada na última semana de outubro em Santa Catarina, enfatiza a importância de reconhecer os sintomas da doença e controlar os fatores de risco. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) indicam que, nos primeiros sete meses de 2026, foram registradas 50.424 mortes e 182.253 internações por AVC na rede pública brasileira, representando uma média de aproximadamente 238 mortes e 860 internações por dia.

A legislação catarinense prevê iniciativas de conscientização e apoio às pessoas afetadas pela doença. A Lei Estadual nº 16.950/2016 instituiu o Dia Estadual de Prevenção, Orientação e Combate ao AVC, celebrado em 29 de outubro, e a Lei nº 17.642/2018 criou a Semana Estadual de Prevenção ao AVC. A Lei nº 19.393/2025 instituiu uma política estadual de apoio às vítimas, com diretrizes para ampliar o acesso aos serviços de urgência e emergência.

Os principais fatores de risco para o AVC incluem hipertensão arterial, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada, excesso de peso e consumo excessivo de álcool. O cardiologista Arthur Herdy, do Hospital Regional de São José, destaca que mudanças de hábitos e acompanhamento médico são essenciais para a prevenção. Reconhecer os sintomas, como alterações na fala, fraqueza em um lado do corpo e dor de cabeça intensa, é crucial para buscar atendimento imediato.

Neste contexto, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) registrou 2.404 atendimentos por AVC entre janeiro e setembro de 2025 em Santa Catarina. A neurologista Tiemi Thais Tomonaga alerta que o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento médico pode influenciar as possibilidades de recuperação, enfatizando que o diagnóstico tardio pode aumentar o risco de sequelas permanentes. A prevenção deve ser uma prioridade ao longo do ano, com práticas saudáveis e acompanhamento médico regular.

Com informações de: ClicRDC, Diário do Iguaçu

Galeria de fotos

×

Anúncios

+